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Sérgio Conceição vinca a ideia que tinha sido transmitida por Pepe: os milhões e os orçamentos não entram em campo na eliminatória entre FC Porto e Chelsea.

Análise ao Chelsea: “É um adversário diferente em muitas coisas, naquilo que é a sua dinâmica, o seu processo ofensivo, processo defensivo… Nos próprios esquemas táticos é diferente da Juventus, que defrontámos antes. Podemos comparar a valia das duas, são das melhores equipas do mundo, habituadas a jogar ao mais alto nível, com jogadores que dispensam apresentações. Estamos conscientes de uma tarefa muito difícil, mas temos a nossa equipa pronta, num clube histórico, sem um orçamento nem pouco mais ou menos parecido com o dessas equipas, mas temos qualidade de jogo e a qualidade pode ver-se de várias maneiras. Sem ter muita bola apresentámos uma qualidade fantástica contra a Juventus, por exemplo.”

Sem Taremi e Sérgio Oliveira, mudança tática à vista? “Nós olhamos para o que somos, obviamente também a partir da estratégia para o jogo e do adversário que teremos pela frente. Poderá haver uma nuance ou outra para amanhã [quarta-feira]”.

Diferença de orçamentos entre FC Porto e Chelsea: “Na vida não há impossíveis, vão-se defrontar duas equipas, cada uma com as suas valias, cada uma com a sua ideia de jogo, bem patente no que é a demonstração que o Chelsea e o FC Porto fazem semanalmente. Olhamos para o Chelsea e sabemos que será um teste muito mais competitivo do que temos em Portugal, mas não olhamos para os 25 milhões de euros que gastámos e para os 250 milhões que eles gastaram. O Evanilson custou oito milhões e o Havertz custou 80… Se vamos pensar nisso, na nossa Liga podiam pensar o mesmo. Entram 11 contra 11 e, podendo variar pela estratégia, nunca há impossíveis. Aqui é o mesmo. Não é impossível passar.”





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