Ana Luísa Magalhães

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Otávio começou na “B” e esteve emprestado antes de se tornar indispensável e muito acarinhado. Renovou na segunda-feira até 2025.

A ânsia dos adeptos relativamente à renovação da Otávio é apenas uma das faces mais visíveis da importância do médio na equipa, ao mesmo tempo que foi conquistando os portistas.

O estilo raçudo e sempre intenso em campo não agrada apenas ao treinador Sérgio Conceição, mas também à massa adepta, que se diverte com as trocas de mensagens com apoiantes dos rivais, às quais o jogador por vezes não resiste, nas redes sociais.

Hoje, Otávio é uma peça indispensável na estratégia do técnico, com quem o brasileiro sempre funcionou bem, curiosamente até quando esteve emprestado ao V. Guimarães. Porque a verdade é que o camisola 25 começou a escalada desde baixo, em 2014/15, na equipa B dos dragões, por onde vários jogadores passaram mas sem comprovarem o potencial demonstrado. Já terminou aquela época no D. Afonso Henriques e por lá continuou na seguinte, cruzando-se pela primeira vez com o atual treinador.

Regressou ao Dragão em 2016 e reencontrou Sérgio um ano depois, com um rendimento mais alto e consistente de época para época, entre utilização, golos e assistências. Não obstante, o amplo raio de ação e a forma como ajuda a equipa a manter-se equilibrada já foram destacadas pelo treinador esta época, com a ressalva de que essas tarefas acabam por refletir-se em estatísticas mais baixas. No entanto, em 2020/21, Otávio até está apenas a um golo de igualar a sua melhor marca pessoal na Europa (seis) e só Corona tem mais assistências na equipa (nove). Nas quatro vezes em que começou partidas no banco, teve de entrar para ajudar o FC Porto a mudar o resultado…





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