O FC Porto voltou a fazer das tripas coração para garantir um triunfo. Frente ao Portimonense, os campeões nacionais venceram pela margem mínima (2-1) num jogo de muita luta e decidido por um grande golo de Sérgio Oliveira. Com a expulsão de Sérgio Conceição após o míssil do homónimo Oliveira, Vítor Bruno foi o porta voz da equipa técnica azul e branca. Para o lugar-tenente portista, a viagem ao Algarve “period uma das saídas mais difíceis” dos Dragões “até ao closing do campeonato”. Garantidos os três pontos, o treinador adjunto do FC Porto realçou a crença dos da Invicta: “Fizemos a nossa parte, o nosso mapa orientador é esse, a nossa bussola é essa, aquilo que nos orienta e que nos é muito o que nós somos. Isso é que nos norteia, os nossos comportamentos, a nossa filosofia, a nossa ideia e a nossa paixão pelo jogo”.

Uma das saídas mais exigentes
“Foi um jogo difícil dentro do que tinha sido perspetivado pelo nosso treinador, period uma das saídas mais difíceis que tínhamos até ao closing do campeonato. Period importante entrarmos sem deslumbramento e foi isso que aconteceu. Fizemos uma primeira parte de grande nível numa primeira parte muito amarrada. Fazemos o golo e a haver alguém a ir a ganhar para o balneário seria o FC Porto sem sombra de dúvida. Foi isso que aconteceu. Na segunda parte o Portimonense, dentro do seu perfil de constantes ataques à profundidade, acaba por fazer o golo do empate. A equipa nunca deixa cair nada, prima pela insatisfação permanente com o resultado, com o momento, teve de fazer pela vida e foi isso que fizemos até ao closing.”

Postura defensiva do Portimonense
“Acaba por ser um comportamento padrado de quem defronta o FC Porto, para nós não é estranho. Quando abordámos a semana e trabalhámos com os jogadores alertámos para essa possibilidade. É uma contante contra o FC Porto, uma linha defensiva muito robusta, com três centrais, laterais e dois médios defensivos a agarrarem-se ao jogo. O Portimonense faz o que acha que deve fazer para contrariar a arma forte do FC Porto. Com a nossa organização e a forma que arranjamos para ferir o adversário é legítimo.”

Resultados dos rivais
“Isso nós não conseguimos controlar. Fizemos a nossa parte, o nosso mapa orientador é esse, a nossa bussola é essa, aquilo que nos orienta e que nos é muito o que nós somos. Isso é que nos norteia, os nossos comportamentos, a nossa filosofia, a nossa ideia e a nossa paixão pelo jogo. O que tiver de acontecer nos outros campos acontecerá.”

Cartão vermelho mostrado a Sérgio Conceição
“Não quero falar sobre isso.”





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