A pandemia não deixou de ser tema central na entrevista de Pinto da Costa ao Porto Canal, com o presidente a analisar as contas.

 

«O FC Porto, sem púbico no estádio, teve um prejuízo de 27 milhões de euros. Perdeu receitas de jogos, deixou de vender lugares cativos, deixou de vender camarotes, merchandising. Qual a ajuda do Estado?», lançou.

 

«Pagamos 42 milhões de euros por ano de impostos; mais sete milhões de Segurança Social. Como qualquer empresa, temos direito à devolução do IVA tínhamos a receber, até 31 de dezembro, 7 milhões e meio de IVA. O Estado não nos pagou e tivemos de fazer queixa em tribunal a 5 de janeiro. Pagaram 4, faltava 3,5 milhões. Sabe quando recebemos? Nunca. Não nos pagam. Faltam mais 1,700 milhões. Não estamos a pedir subsídios nem empréstimos, só que nos devolvam aquilo que é nosso. Esta é a ajuda que o Estado dá aos clubes… », lamentou.

 

«Em Itália foram reduzidos os impostos. Aqui não fizeram nada para a ajudar e ainda retêm aquilo que é nosso. Dão ajudas ao futebol amador, o futebol amador é que vai eliminar a Juventus… Aos clubes não dá nada», acrescentou.     

 

 «A Liga anda muito preocupada com a centralização dos direitos no futebol. Isso é um grande negócio, mas para 2028. Até lá não se pode mudar os acordos», disse ainda.



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