Carlos Gouveia

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Clube azul e branco registou perdas de 27 milhões de euros relacionadas com a pandemia.

Em declarações à FC Porto TV, divulgadas esta sexta-feira, Fernando Gomes, administrador financeiro do clube azul e branco, recordou a perda de receitas acentuada que os campeões nacionais sofreram devido ao impacto da pandemia de covid-19.

“Reunimos de imediato a administração, nunca pensando que [a pandemia] durasse o que durou. A primeira vaga, ainda por cima, correu bem. Parecia uma coisa de quatro ou cinco meses. Quando isto aconteceu esta época já seria, na nossa perspetiva, regular, mas é a pior de todas em termos de público. Isso trouxe problemas com publicidade, com os lugares anuais, com a venda dos camarotes e tribunas VIP. Uma quebra de receitas muito forte também na publicidade. Depois, o afastamento dos sócios dos estádio levou a uma quebra muito grande do pagamento de quotas. Sabemos que quando isto normalizar, os sócios terão condições para voltar a repor, e daremos condições especiais para o fazerem. Tudo isto ponderado, só em receitas normais do FC Porto, leva a uma perda de 27 milhões de euros entre publicidade, quotas, company, lugares anuais e bilheteira. É muito dinheiro para um orçamento como o do FC Porto e ainda por cima num ano em que estamos a procurar sair das regras estritas do fair-play financeiro”, assinalou Fernando Gomes, falando numa “dificuldade grande”:

“Os 27 milhões de euros [das perdas] são uma dificuldade grande. Além de não termos outra coisa que podia acrescentar algo: estávamos numa negociação adiantada para o ‘naming’ do estádio e isso caiu por terra, para já. As condições já não são as mesmas. Se mesmo assim conseguirmos no ultimate da época cumprir as metas do fair-play, apesar da desgraça do covid, teremos um bom ano em termos financeiro, cumprindo com as metas”, rematou.





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