Bruno Filipe Monteiro

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Vítor Baía em declarações no Porto Canal no dia após ao apuramento do FC Porto para os quartos de closing da Liga dos Campeões, ao eliminar a Juventus.

Momento decisivo em 2004 e semelhanças com o jogo de terça-feira: “Preferia estar a jogar, porque tinha o controlo. É muito complicado estar fora e assistir, apenas [podemos] estar com o pensamento positivo e acreditando que é possível vencer a qualquer adversário, estando num dia inspirado, como aconteceu contra a Juventus. Durante o jogo, sou surpreendido pelo Rui Cerqueira para o native da falta e disse que falta se ia repetir. Eu disse, Deus queira que sim. Depois saltámos todos e nem dei conta que o Sérgio Oliveira tinha festejado como o Costinha. Há uma coincidência interessante, mas não é só. É trabalho, foco e estes jogadores merecem estar a passar por este momento. Eles podem acreditar e acreditando tudo é possível. Podem fazer a sua história a nível internacional, mesmo já estando na história do clube.”

Reinvenção dos clubes: “Temos de nos reinventar. Estamos numa época complicada por causa da pandemia, temos perdas muito grandes com a ausência de público e temos de nos reinventar e mais inteligentes, inovadores e ir à procura de soluções que permitam ter um FC Porto a grande nível. Não é fácil, mas se fosse não seria para nós. E como temos um grande presidente, tudo acaba por fluir de forma pure. Temos de estar despertos a oportunidades de negócio e de mercado e temos de ser estrategas nas soluções que nos vão aparecendo e dar um seguimento rápido.”

Pepe: “Ainda joguei com o Pepe. Mas não me posso queixar. Estava sempre bem guardado de jogadores de grande nível e ajudaram-me a ter a carreira que tive. Mas eles também se sentiram confortáveis, porque lhes tirava muito trabalho que os defesas agora têm, porque gostava de jogar fora dos postes. Sentia-me como peixe na água.”





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