O FC Porto joga nesta terça-feira em Turim a 2.ª mão dos oitavos-de-final da Champions. Em vantagem sobre a Juventus de Cristiano Ronaldo, mercê do triunfo caseiro (2-1) na 1.ª mão, os dragões vão a jogo com a ambição de continuar em prova. E de acordo com César Peixoto, que enquanto jogador conquistou uma Liga Europa, uma Champions, uma Taça Intercontinental, três campeonatos, duas Taças de Portugal e duas Supertaças ao serviço do emblema portista, o conjunto às ordens de Sérgio Conceição tem todas as hipóteses de almejar os quartos-de-final da Liga dos Campeões.

O agora treinador (que já orientou Varzim, Académica, Chaves e Moreirense) foi entrevistado pelo TuttoMercatoWeb e lembrou a razão por que CR7 passou despercebido no jogo realizado no Estádio do Dragão: «O FC Porto anulou-o coletivamente. A Juventus não conseguiu apoiar o Cristiano, a bola não lhe chegou. O FC Porto caiu em cima da Juventus e, ao fazê-lo, nunca deu espaço ao Cristiano.»

César Peixoto deixou ainda rasgados elogios a Sérgio Conceição: «Não tenho dúvidas de que está pronto para dirigir uma grande equipa de uma grande Liga. Está a fazer um trabalho fantástico no FC Porto. Quando ele chegou, o clube não estava muito bem, mas em três anos ganhou duas vezes o campeonato e também está a fazer as coisas bem na Europa. Tem experiência como treinador, como jogador é desnecessário falar… O Sérgio é tão competitivo como foi enquanto jogador. É exigente, taticamente bom, trabalha muito a nível ofensivo e as suas equipas marcam muitos golos. O FC Porto tem qualidade, tem uma equipa organizada, que pressiona emblem na primeira fase de construção dos adversários.»

À conversa veio ainda Paulo Fonseca — «Está a fazer um bom trabalho na Roma», sublinhou — e as muitas histórias de sucesso vários treinadores portugueses, como José Mourinho, Villas-Boas, Nuno Espírito Santo,Jorge Jesus, Sérgio Conceição e Ruben Amorim: «Nós, treinadores portugueses, somos curiosos. Queremos aprender cada vez mais, queremos fazer cada vez melhor. Estudamos, aprendemos, somos organizados. Somos profissionais, acreditamos nas nossas equipas técnicas. O treinador português adapta-se, estuda a cultura do país, os jogadores, analisa como estruturar melhor a equipa. Somos, culturalmente, técnicos com vontade de aprender e melhorar. Nós estamos atentos a cada detalhe e isso faz a diferença.»

A título pessoal, uma garantia: «Estou a começar, mas sou ambicioso, organizado, apaixonado. Já tive a oportunidade de treinar na Liga portuguesa e agora estou à espera, a estudar e avaliar as melhores oportunidades para voltar a trabalhar. Também gostaria de treinar noutros países, mas vou passo a passo, dia a dia.»



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