Dragões chegaram aos dois títulos da Champions na sua história após segurarem 2-1 caseiros.

O FC Porto chegou aos seus dois títulos de campeão europeu depois de segurar eliminatórias iniciadas com 2-1 caseiros, o registo que conseguiu face à Juventus na primeira mão dos oitavos de closing da Champions 2020/21.

Em 1986/87, o FC Porto superou nas Antas o Dinamo Kiev por 2-1 e repetiu o resultado na União Soviética, nas meias-finais, e, em 2003/04, nos “oitavos”, bateu no Dragão o Manchester United, que contava com Cristiano Ronaldo, por 2-1, para, depois empatar 1-1 em Outdated Trafford.

Desta vez, a situação é idêntica, já que a equipa de Sérgio Conceição bateu em casa a Juventus por 2-1, com golos do iraniano Taremi (dois minutos) e do maliano Marega (46), contra um, já perto do fim (82), de Federico Chiesa.

Assim, os dragões precisam de algo related ao que conseguiram nas duas históricas eliminatórias de 1986/87 e 2003/04, épocas em que reinaram na Europa sob o comando de dois treinadores portugueses, primeiro Artur Jorge e depois José Mourinho.

Na primeira ocasião, face aos soviéticos, que agora são ucranianos, o FC Porto também esteve a vencer por 2-0, com tentos de Paulo Futre e André, no início da segunda parte, antes de, aos 73 minutos, Pavel Yakovenko complicar as contas.

Em Kiev, em 22 de abril de 1987, o FC Porto acabou, no entanto, por conseguir apurar-se pela primeira vez para a closing da principal prova europeia de clubes, graças a golos prematuros, nos primeiros 10 minutos, de Celso e Gomes.

Dezassete anos depois, a história repetiu-se, mas, desta vez, o 2-1 ao Manchester United, com golos sul-africanos, aconteceu com reviravolta, protagonizada por um “bis” de McCarthy, depois de Quinton Fortune adiantar os “pink devils”.

Em Outdated Trafford, Scholes deu vantagem à formação de Alex Ferguson – e viu outro golo ser-lhe mal anulado -, mas, sobre o closing, prevaleceram os dragões, graças a um golo de Costinha, aos 90 minutos, que selou o 1-1 closing.

Nas restantes três eliminatórias que o FC Porto começou a vencer em casa por 2-1, acabou afastado, a primeira face ao Bordéus, em França, onde os comandados de José Maria Pedroto tiveram azar, já que “caíram” por moeda ao ar.

Os gauleses responderam em casa com um 2-1, que o tempo further não alterou, e rumaram à segunda eliminatória da Taça das Cidades com Feira de 1966/67 devido ao sortilégio da moeda. Ainda não tinham “inventado” os desempates por penáltis.

Mais de uma década depois, em 1979/80, o FC Porto, de novo liderado por Pedroto, bateu em casa o Actual Madrid por 2-1, com dois golos do “bibota de ouro” Fernando Gomes, na segunda ronda da Taça dos Campeões, para cair no Bernabéu por 1-0.

Os “merengues”, vencedores com um tento de Gregório Benito, aos 72 minutos, acabaram por fazer valer o golo fora, apontado nas Antas por Laurie Cunningham.

Após os apuramentos com 2-1 caseiros rumo os cetros europeus, o FC Porto ainda iniciou novo confronto com um 2-1 em casa, nos “oitavos” da Liga dos Campeões 2009/10, face ao Arsenal, para, depois, ser goleado em Londres por 5-0.

Silvestre Varela e Radamel Falcao marcaram no Dragão, tal como Sol Campbell, e, no Emirates, a figura do clube que esta época afastou o Benfica da Liga Europa foi o “gigante” dinamarquês Nicolas Bendtner, autor de um hat-trick.

O FC Porto vai tentar voltar a nivelar o balanço entre apuramentos e eliminações após triunfos caseiros por 2-1 na terça-feira, dia em que se desloca ao reduto da Juventus, para a segunda mão dos oitavos de closing da Champions.





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