FC Porto e Sporting de Braga entram esta quarta-feira em campo (20h15) em jogo a contar para a segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal, naquele que será o terceiro duelo entre dragões e arsenalistas na presente temporada (os últimos dois terminaram com dois empates, 2-2 e 1-1).

Na conferência de imprensa realizada esta terça-feira, Sérgio Conceição perspetivou aquilo que espera para a partida de amanhã, comentou as declarações de Carlos Carvalhal sobre a igualdade de circunstâncias entre as duas equipas para o jogo da meia-final da Taça e mostrou a sua posição sobre o estado atual do futebol em Portugal.

“A atitude do Sp. Braga e a postura em campo não a posso controlar, posso é perceber o que o Braga faz, que dinâmica é que tem e quais são os pontos mais fortes. Obviamente que isto é uma meia-final e que as duas equipas querem estar presentes. Se conseguirmos é a minha terceira last desde que assumi a equipa. Procuramos amanhã fazer um bom jogo e estar presente na last da Taça de Portugal.”

Calendarização e as palavras de Carvalhal sobre igualdade de circunstâncias nas ‘meias’ da Taça

“Somos das equipas com mais jogos. Estamos a falar de uma fase de grupos da Liga dos Campeões, não é só das viagens mas também o nível que é muito grande. E depois ainda mais quando jogamos no campeonato, na Taça da Liga e na Taça de Portugal onde queremos manter a mesma maneira de estar. Igualdade é ter o mesmo tempo de descanso e o mesmo números de jogadores dentro de campo. Isso para mim é que é igualdade.”

É importante discutir o estado atual do futebol português?

“Penso que sim. É importantíssimo. Não só a calendarização, não é por acaso que falamos no tempo útil de jogo. Penso que foi o André Horta que disse, mas também outros treinadores, não é fácil quando se chega à Europa. A Juventus criou-nos dificuldades incríveis, está nos melhores campeonatos do Mundo e é uma das melhores equipas. Fruto de várias pesquisas que fizemos chegámos à conclusão que o tempo útil de jogo [frente ao Sporting] foi cerca de 47 ou 48 minutos. Isto é baixíssimo. Antes de um jogo com o Marítimo disse que se fosse preciso que os árbitros tinham de dar 10 minutos de descontos. Por acaso o Marítimo foi jogar connosco e teve 10 minutos de compensação e não é que levei um processo por causa disso? Porque acertei no período de compensação. A equipa médica tem de entrar em campo quando há cãibras ou lesões. Mas depois dá-se o tempo necessário. Devia haver uma reflexão por parte de toda a gente e para chegarmos à Europa e fazermos boa figura. Há uma reunião amanhã, penso eu que é amanhã, para debatermos esses temas.”

Dada a classificação na Liga NOS, a Taça de Portugal assume maior importância?

“Tem a importância que tem. O nosso primeiro objetivo e dos clubes em Portugal é o campeonato, não acabou mas é óbvio que está mais difícil. As vitórias servem para aquilo que é o mais importante para nós, que é conquistar títulos. E para nós é importante estar em mais uma last. A Taça de Portugal definimos como a segunda prova mais importante para nós”, terminou.





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