Há três jogos consecutivos que Diogo Leite não tem espaço sequer no banco de suplentes do FC Porto. Quando se abre um novo ciclo de calendário apertado para os dragões, a começar já esta quarta-feira com o segundo duelo frente ao SC Braga para a meia-final da Taça de Portugal, e com Pepe em dúvida, existe a expectativa de perceber se o central, de 22 anos, continuará a assistir aos jogos da equipa na bancada.
 

Nenhuma dúvida subsiste de que o dérbi frente ao Boavista, no Estádio do Dragão, precipitou o atual quadro que Diogo Leite vive no FC Porto. A falha de marcação no primeiro golo dos axadrezados, apontado por Jackson Porozo, e a forma como mais tarde deixou escapar Elis, num lance resolvido por Marchesín, irritaram o treinador. Leite não foi o único a ser atirado para uma noite difícil pelo Boavista: o central saiu ao intervalo, substituído por Grujic, e com ele foram também Fábio Vieira e João Mário, ambos vítimas de uma atuação no mínimo mortiça.

 

A diferença para o central é que médio e extremo acabariam por voltar ao banco. Fábio Vieira foi suplente não utilizado diante do Sporting e João Mário esteve entre as reservas da partida com a Juventus.

 

O tempo dirá se Diogo Leite ainda consegue fazer desta época uma afirmação do seu talento ou se vai continuar a ser o quarto central do FC Porto, atrás de Saar e com a ameaça de recuar ainda mais nas escolhas quando Marcano ensaia o regresso à equipa. O que parece seguro é que o defensor já não terá, no verão, o estatuto de intransferível.

 

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