FC Porto nunca esteve, nesta fase, com tantos pontos de atraso. Mas já os teve de avanço.

Só uma recuperação histórica poderá fazer do FC Porto campeão nacional. Aliás, também do Braga, que está um ponto à frente mas, ainda assim, mais distante do primeiro lugar do que alguma vez qualquer clube conseguiu recuperar quando faltavam apenas 13 jornadas para o remaining.

Uma vantagem de 9 pontos do líder sobre o segundo classificado não é inédito. Mas, curiosamente, nunca nestas situações o FC Porto esteve por baixo.

Em 202/03, com José Mourinho, os dragões tinham 13 pontos de avanço sobre o Benfica nesta jornada. Terminaram com mais nove, depois de alguns jogos com a equipa em rotação e a preparar-se para a remaining da Taça de Portugal e da Taça UEFA. Essa foi a maior diferença de sempre nesta fase da época. Em 1996/97, com António Oliveira, eram 12 os pontos de vantagem sobre o Sporting. Até ao remaining, ganhou mais um. Na época anterior, com Bobby Robson, nada de muito diferente: 11 pontos sobre o Benfica, tantos como no remaining da época.

No plano inverso, os dragões nunca estiveram, por esta altura, a mais de sete pontos do líder. O recorde negativo verificou-se em 2001/02, precisamente aquela em que Mourinho chegou a meio para substituir Octávio Machado. O FC Porto period quarto, a sete pontos do Sporting, que viria a ser campeão com João Vieira Pinto e Jardel em destaque. Mais recentemente, em 2015/16, época iniciada por Lopetegui e finalizada por José Peseiro, eram seis os pontos a menos. Curiosamente, em nenhuma das ocasiões o FC Porto conseguiu, sequer, terminar no segundo lugar, uma espécie de aviso para a temporada que corre. Esta tem, ainda assim, motivos para sorrir que as descritas não tinham, designadamente no desempenho europeu.





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