Longe da ação desde janeiro do ano passado, Folha está de volta à casa-mãe, de regresso ao FC Porto B. Ainda antes de meter mãos à obra passou em revista a experiência em Portimão e os jogadores potenciados, e refletiu este campeonato atípico, o ADN de vitória, o marcante ‘sir’ Bobby Robson e muito mais.
 

Está de regresso ao FC Porto para treinar a equipa B. Desafio aliciante, mas também complicado pela situação classificativa?

«Volto a uma casa onde fui muito feliz, num projeto difícil, mas aliciante pela qualidade das equipas B e do FC Porto, e estou confiante em poder fazer um bom trabalho. É complicada a situação [lanterna vermelha da Liga 2], mas quanto temos muita dedicação e paixão pelo que fazemos, e transmitindo o máximo de conhecimento das nossas ideias, acredito que podemos de facto inverter este momento, sair de uma posição em que ninguém quer estar, e tenho a certeza de que todos vamos dar o máximo para dar a volta», disse o técnico azul e branco, em entrevista a A BOLA.

– Como é que encontrou o grupo? Como foi o primeiro contacto com o balneário?

«Foi muito positivo, tranquilo. Encontrei um grupo de miúdos que quer muito dar a volta à situação, que tem dado o máximo para podermos ultrapassar isto. Talento não falta, mas às vezes, por isto ou por aquilo, os resultados não são os pretendidos. Mas havendo talento há que dar confiança para metê-lo cá fora em prol da equipa e é o que temos feito nestes dias. Os jogadores têm demonstrado toda a sua capacidade em prol de uma ideia para podermos ser mais fortes e ultrapassar isto. Importante agora é levantar o astral, irmos ajustando com tempo de trabalho e quanto mais tempo mais as ideias ficarão vincadas para aquilo que queremos.»

 

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