André Morais

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Mexicano esteve à conversa com O JOGO depois de receber o prémio de melhor jogador de 2020.

Só Sérgio Oliveira, Diogo Leite e Otávio têm mais tempo de casa, mas nenhum de forma consecutiva, o que reforça a posição de Corona junto do grupo e o deixa, também, na hierarquia de capitães designada por Sérgio Conceição. O jogador não sabe se é visto como um símbolo do clube, mas tem essa expectativa, até porque vontade de o continuar a defender não lhe falta. Blanco e os “Ronaldos” são inspiração nos dribles que inventa, mas o cunho closing é sempre de Tecatito.

Pela antiguidade, pelo valor que lhe reconhecem e por ser um dos capitães, já se sente um símbolo do FC Porto?

-Não sou a pessoa indicada para falar sobre isso. Espero que essa seja a opinião dos adeptos, são eles que têm de fazer essa avaliação. Pessoalmente sinto-me com muita vontade de poder defender este clube em todos os momentos.

Com a dupla Marega e Taremi, muda a sua forma de jogar?

-Não acho. Em alguns jogos poderei jogar um pouco mais atrás deles, mas no essencial não muda muito.

Chegou a jogar como lateral-direito. Como é que o Corona lateral travaria o Corona extremo?

-[Muitos risos] Acho que com um soco, não?!

Muitos colegas e ex-colegas elogiam-no frequentemente e falam de um reportório de fintas incrível. Inspira-se em algum ídolo ou procura aperfeiçoá-las?

-Fui observando vários jogadores que me foram inspirando, como Cuauhtémoc “Temo” Blanco, no México que me habituei a ver desde criança; Ronaldo, o fenómeno; Cristiano Ronaldo já no tempo do Manchester United. Momentos que servem de inspiração para o que procuro criar sempre com cunho pessoal.





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